17 de maio de 2018

Fazer o bem

Gentileza é uma coisa que me toca da mesma forma que a falta de gentileza me tira do sério. Claro que não sou Madre Teresa de Calcutá ou Chico Xavier, isso para citar alguns. Claro que tenho meus limites, dou meus gritos, reclamo das coisas. Mas me esforço e muito para conter esses impulsos exagerados e que acho nocivos pra mim, apesar de nem sempre conseguir. 

Somos todos egoístas. Pensamos primeiro em nós, segundo em nós, terceiro em nós e vamos até o vigésimo ou mais degrau para pensar em nós. E só aí pensamos que, talvez, possamos tentar pensar no outro. Afinal o nosso bem é o nosso bem! Refletimos assim muitas vezes. Mas esquecemos o quanto é gostoso sentir o peito aquecido e o quanto nos enche de uma sensação deliciosamente boa quando ajudamos o outro, quando podemos exercer a nossa gentileza. 

Acho que ter a consciência de que prezar pela gentileza no nosso dia a dia vai nos fazer tão bem já poderá nos ajudar muito. E aí eu admito que saio um pouco do meu rumo  natural e da minha sensatez quando a falta dela é muito explícita. E isso a gente pode ver todo o tempo ao nosso redor. É só prestar atenção.

Não sei se já perceberam, mas uma delas é na escada rolante. E posso citar a do metrô para as cidades que têm esse meio de transporte  Há quem não está com pressa de manhã e fica parado do lado direito, deixando o lado esquerdo para os atrasados, pessoas com pressa ou quem não quer ficar ali e prefere andar na escada para sair dela logo. Claro que isso é uma convenção e não uma obrigação de todos decidir por estacionar do lado direito. E é assim em vários lugares do mundo. 

Mas já vi pessoas paradas do lado esquerdo e dizendo aos quatro ventos que não vão sair e que quem quiser passar, que espere. Certa vez, me arrisquei ao levar um fora quando uma moça conversava com outra falando sobre isso. Aproveitei para falar baixinho para ela que ficar à direita, como eu e outras pessoas estávamos, era um gesto de gentileza. A moça ficou constrangida e disse apenas que não tinha ninguem querendo passar e que tinha espaço do lado direito dela. Falei que minha intenção não era ofendê-la.

Minha vontade era dizer que um dia ela poderia precisar subir correndo para não perder o horário de uma entrevista de emprego, o tão esperado primeiro encontro com o gato, um almoço de negócios ou apenas a agonia de ficar ali parado. Não importa. Deixar livre o espaço para que o outro faça o que quiser do tempo dele é uma gentileza.

A gente esquece, às vezes, que pode estar na condição do outro, que podemos precisar daquilo. Mas não. Achamos que estamos sempre certos dentro da nossa arrogância e da nossa prepotência. Às vezes, nem admitimos isso, vai. E digo isso porque também acaba sendo uma arrogância minha achar que estou certa. Isso não é uma lei, a pessoa não tem que seguir o que eu penso. Realmente. E eu sei disso. Mas eu aposto nisso para me exercitar em olhar para o outro. 

Claro q pode ter um dia em que não estarei bem, meu humor será daqueles e, por algum motivo de loucura, vou querer parar do lado esquerdo. Aqueles dias em que queremos implicar com o mundo, sabe? Quem nunca teve um dia assim? Mas aí minhas consciência grita logo e me joga na cara isso. E aí aquela culpa em não pensar no coletivo bate no peito e, para que ela não fique me corroendo - porque eu tenho esse impulso de ser gentil -  eu cedo. E reflito. E relaxo. E sorrio. E vejo que é muito mais gostoso fazer o bem ao outro.

E vocês? Já se sentiram assim?

11 de maio de 2018

Aprender a esperar

Muitas vezes temos dificuldades para esperar. E não seria esperar por prazos, acordos, combinados ou algo assim. Não. Esses talvez tenhamos um pouco mais de paciência porque foram estabelecidos por todas as partes. Esperar será mesmo necessário neste caso. E, por mais que não concordemos com o tempo que isso levará, ele foi previamente marcado. Então não há jeito e vamos cumprir tudo direitinho.

O que nos tira do sério, várias vezes, são alguns segundos a serem aguardados. É muito doido pensar em segundos, mas é isso mesmo. Às vezes, não chegam a ser nem um minutinho sequer. Pode até chegar bem perto disso, mas, geralmente, é um tempo bem rápido. Mas, na verdade, não nos parece tão rápido assim. 

Vamos ver se todos nós concordamos que não seria isso mesmo! São aqueles segundos em que o vizinho do outro andar segura a porta do elevador e a gente, considerando a possibilidade de algum atraso mínimo que seja, já começa a bufar e a dar batidinhas na porta para que ele solte e entre no elevador. 

São aqueles segundos em que o carro da frente leva para sair do sinal de trânsito que ficou verde porque estava fazendo algo, ou estava pensando, ou estava distraído ou é ruim de roda mesmo. 

São aqueles segundos em que o amigo atrasou enquanto se arrumava e, prontos, temos que esperar no sofá da sala. E a diferença é tão pouca que nem percebemos e ficamos batendo o pé levemente no chão quase contando o tempo que ainda falta. E são aqueles segundos intermináveis que não contávamos.

E aí vem a pergunta: o que vai mudar profundamente na nossa vida se esperarmos esse pouquinho? Claro que o tempo é importante. Claro que temos compromissos. Claro que temos o direito de não querer esperar. E a questão aqui não são os atrasos com um tempo enorme, que acaba sendo, muitas vezes, até falta de consideração do outro.

Não é isso. Aqui o caso são os segundos que não percebemos como segundos, mas como minutos e horas. E, certamente, deixar a impaciência tomar conta do nosso ser não é o melhor caminho. Isso afeta nosso emocional, nosso humor, nossa paz. É tão pouco para importar tanto. Às vezes nos deixamos levar e somos contaminados por nosso ego que nos diz que não podemos ficar à disposição do outro.

Mas podemos, sim. Podemos ser mais compreensivos e entender que o tempo do outro não é o nosso tempo. E que o outro também tem imprevistos e erros. E tudo bem. Que aponte o dedo ao outro quem nunca errou! Vamos nos manter em paz e em tranquilidade. E vamos deixar para nos preocuparmos com o que realmente importa na nossa vida!

E você? Consegue esperar o outro numa boa?



3 de maio de 2018

Deixe ir

Deixe ir. Deixe que se vá. Ao ler assim, a gente pensa: mas o que? Tudo. Tudo o que quiser ir. Tudo o que tiver que ir. Tudo o que o universo levar. Tudo o que tiver fim. Tudo o que escapulir. Tudo o que desaparecer. Tudo o que não fizer mais parte. Tudo o que, por obra ou por arte, das nossas mãos escorrer. 

Não será fácil. Não é fácil. Não estamos prontos para partidas. Apesar de sabermos que um dia isso vai acontecer. Com tudo. E nada poderemos fazer. Em várias situações.



Gostamos da chegada. De quando chegamos num mundo novo e abrimos os olhos. De quando recebemos a chegada. De quem amamos, de quem tanto esperamos. De quem nem sabíamos que iria ir ou poderia voltar. Da linha de chegada, que corremos tanto para alcançar.

A chegada é sempre vitoriosa. Vem com o esforço, com a fé, com a alegria, com a superação, com o amor. Chegar é atingir o que pensou, sonhou, planejou. Somos assim. Milhões de planos para chegar. Queremos chegar. E estar. E viver.

Mas aí vem o dia da partida. Do até logo. Do até já. Do nunca mais. Do adeus. Somos, então, sacudidos por tudo o que não estava nos planos reais. Se na imaginação um dia veio a suposição de algo assim, ficou lá atrás. Mas realizar mesmo? Acreditar mesmo que isso poderia acontecer? Jamais.

E assim caminha a nossa vida. Não estamos preparados para isso. Para perdas da partida. Para idas. Para o embora que não queremos deixar. Apesar da vida nos mostrar que, às vezes, não temos escolhas.

E aí vem a dor, a consequência da partida. Infelizmente em nosso peito vai se abrir um vão de uma profundidade que só cada um poderá medir. Vai doer. Vai doer mais. Vai doer muito mais. Vamos chorar. Vamos chorar mais. Vamos chorar muito mais.

Pode passar um dia. Pode não passar nunca mais. Mas a partida virá. Há quem queira se preparar. Há quem não queira nem pensar. Há quem nem imagina como isso se dará.

Então vamos pensar no caminho. Nesse meio. Entre a chegada e a partida. Na construção, no percorrer, no andar. Junto de quem está ao lado. E vamos ver como valorizar de verdade isso. Como sentir, como compartilhar, como dar, como oferecer, como aceitar, como não julgar, como voltar atrás, como nos desculpar, como ser, como amar. Desmedidamente.

Dizem que os fins justificam os meios. Há quem pense assim. Mas, se pensarmos bem, os meios poderão ajudar muito no momento do fim.

E como vocês lidam com isso? 




28 de abril de 2018

Uma alma sempre bonita

O tempo vai passar e veremos no espelho as nossas mudanças. O corpo será logo o primeiro a sentir. A pele linda e renovada vai ganhar contornos e impressões de dias, meses e anos. O cabelo vai mudar de cor e receber diversos tipos de tentativas de continuar como mais gostamos. O corpo vai ganhar e perder gordurinhas, massa, flexibilidade, rigidez. E vai recebendo cuidados extras para tentar se manter no lugar onde mais gostamos. A voz vai mudar, a audição e o olfato também, os olhos ficarão cansados, o tato vai tentar se manter. 

Essa beleza nítida do frescor do corpo, na verdade, vai passar. O tempo vai se impor e vai transformar tudo numa nova beleza. Mais madura, mais cheia de conhecimento, mais vivida. E mais livre. Mas existe uma certa beleza que nunca se perde. Quem a tem, pode passar o tempo que for e isso não muda. Uma alma bonita é sempre uma alma bonita. 

Somos como uma máquina que se mantém viva com as nossas escolhas e se alimenta de sólidos, líquidos, sensações, sentimentos. Conseguimos medir algumas coisas de forma palpável e por meio da nossa visão. E algumas não conseguimos ver e nem saber como andam. 

Mas sentimos. Dores, intuições, alegrias, tudo misturado. E assim o corpo vai reagindo com cada uma das nossas ações. Por isso, nossas escolhas são importantes. Não só as físicas mas também as emocionais. E como essas não são tão nítidas, precisam de uma atenção especial. 

O nosso corpo sente o impacto do que sentimos, pensamos, rejeitamos, amamos. Ele vai armazenando as informações e colocando cada uma delas num determinado ponto. E isso pode nos gerar uma infinidade de problemas que, muitas vezes, vão chegando aos pouquinhos. 

E também pode nos gerar mais amor, mais empatia, mais coisas boas. Tudo vai depender do que armazenamos, do que escolhemos guardar e, principalmente, do que resolvemos dar. O retorno é sempre certo! E vai voltar exatamente o que oferecemos ao outro. 

E você, como lida com o tempo e com as escolhas?




20 de abril de 2018

Estar só não é solidão

Nascemos sozinhos, sem nada, sem rabiscos, sem linhas, páginas em branco. Aos poucos, a cada ano, vamos escrevendo a nossa história. Com nossas ações, com o que recebemos, com o que percebemos, até com o que não queremos. Mas, se observarmos, sempre teremos, de certa forma, uma interação com o outro. Ainda que esse outro seja a nossa consciência. Nascemos para nos comunicar, para interagir, para somar, para dividir. E experimentar. Isso sem falar dos infinitos sentimentos que levamos no peito e que tanto nos fazem humanos.

Sim, humanos. Seres que são duais, como já falamos em outra ocasião. Seres em constante evolução. Pelo menos é o que se deseja. Vivemos em comunidade, somos sempre relacionados a algo ou a alguém, apesar de que, no fundo, nos reconhecemos sozinhos na formação dos nossos pensamentos, dos nossos desejos, dos nossos planos. Tudo parte de nós mesmos para nós mesmos, sabe?

Sozinhos como nascemos. Sozinhos como indivíduos únicos e incomparáveis. Porque não podemos nos comparar a ninguém por mais parecidos que sejamos. Mas, às vezes, essa noção de saber que somos sozinhos nos faz acreditar que somos solitários. E essa solidão nos torna até invisíveis numa multidão se deixarmos que ela se apodere de nós. Ficamos tão desconectados com o mundo que não vemos, não ouvimos, não tocamos, nada nos atravessa.

E é nesse momento que devemos parar e observar como anda o nosso interior. É importante compreender se essa solidão faz com que se forme um vazio que quer nos engolir. Se essa solidão quer nos tirar os sentidos e as sensações. 

Reconhecer-se sozinho nem sempre é estar na solidão. Solidão é abandono de si, do outro, do corpo, da mente sã. Solidão é entregar-se ao nada, ao vácuo, ao oco, ao não-expressivo. E aí vive o perigo. É o que pode nos aproximar da depressão. E nem sempre temos a noção de que estamos nos aproximando dela.

Depressão não é brincadeira, não é frescura, não é fraqueza, não é bobeira. Depressão é um caso muito sério que nos afeta de forma profunda e precisamos de toda ajuda do mundo para sair dela. Ao primeiro sinal, vamos procurar auxílio, uma mão estendida, um abraço apertado e, principalmente, um apoio especializado. Depressão é uma doença que precisa ser cuidada como todas as outras. 

Que possamos identificar os sinais e nos cuidar muito bem e com todo amor que merecemos na vida.





14 de abril de 2018

Nada de mágoas

Cada um tem uma memória e cada memória guarda o que pode. Admito que a minha não é lá grandes coisas. Esqueço muitas coisas. Mesmo. Mas acredito que, em geral, nós guardamos boas lembranças e sentimos até gostos, cheiros, contatos, sorrisos e tudo o que elas comportam e levam e trazem para nós quando acionamos a mente. É tão bom quando podemos lembrar daquele abraço apertado, daquela surpresa emocionante, daquele primeiro encontro, daquela primeira vez. 

A questão é que não guardamos na memória apenas coisas boas. Também guardamos mágoas e remorsos. Isso sem falar do lixo mental que, muitas vezes, interfere até na nossa criatividade porque são aqueles pensamentos repetitivos de baixa estima, de covardia, de acomodação. Muito provavelmente conhecemos esse lixo que deixamos que fique armazenado num cantinho qualquer. São aquelas frases que falamos para nós mesmos para nos desencorajar. Se pensarmos em uma ou duas frases, a nossa memória vai saber do que estamos falando.

Esse lixo, de fato, não é saudável. Mas talvez o que nos faça mais mal de verdade são as mágoas e os remorsos. Esses nos corroem por dentro. Habitam os nossos pensamentos e insistem em nos massacrar constantemente. Massacrar mesmo. Às vezes, eles até tentam nos convencer que o nosso motivo para guarda-los é coerente e tentam nos dizer que não há como mudar isso. Que mágoas e remorsos continuam para sempre e que teremos que conviver com essa dor por anos e anos.

Isso não é verdade. E se temos esses pensamentos de tentativa de convencimento para guardar mágoas e remorsos é porque a nossa consciência já está nos apontando que o melhor é o caminho contrário, é refazer a rota, remontar a nossa proposta de carinho com os nossos sentimentos, com a gente, sabe? A nossa consciência, ao detectar que estamos avaliando o nosso erro e começando a reconhecê-lo, quer nos dizer que temos que nos recuperar, nos refazer, reconhecer e ceder para o caminho que se abre.

E sabemos que é o caminho do perdão, do alívio, do deixar ir embora, do aceitar que nós não somos perfeitos e o outro também não é. Precisamos admitir que não é fácil. Não é mesmo. Não será nunca. Mas vamos parar para pensar. Do que adianta guardar mágoas antigas e ressentimentos  que já nem fazem tanto sentido? Apenas para que possamos ser vistos como durões fortes e que não voltam atrás? Apenas para que o nosso ego continue inflado e cheio de si? 

Vamos nos desfazer de todo tipo de lixo mental e de agressões a nós mesmos. Porque é dentro da gente que guardamos mágoas do outro ou remorso e quem sente é o nosso corpo e a nossa mente. Essa escolha não é fácil, mas é possível. Pode não ser imediata, mas ela chegará com a opção de exercitarmos o olhar de benevolência e caridade ao outro. Seja ele quem for. Assim poderemos ter mais leveza na vida e mais amor no peito. E liberdade e mais liberdade.

Que tal deixar que as mágoas se vão?  


8 de abril de 2018

Extremos e bipolares

Nós somos bipolares. Temos dois extremos nos quais flutuamos durante a vida e com diversos e diferentes momentos, fases e etapas em que nos aproximamos mais de um do que do outro. E vice-versa. Tudo, geralmente, baseado nos nossos limites e no que sentimos. Polos que nos separam da decisão de uma escolha, da insistência de um sentimento, da aceitação da nossa própria personalidade. 

Uma dualidade que, de vez em quando, não nos permite decidir pelo sim ou pelo não. Pelo amor ou ódio. Pelo frio ou calor. Pelo medo ou coragem. Pelo claro ou escuro. Pela tristeza ou alegria. Pela calmaria ou agitação. Tantas extremidades. Tantas margens. Tanto tudo dentro de nós. E muitos pontos de interseção também. E talvez num momento como esse é que podemos nos encontrar em nós. Quando entendemos que ser dual é bom e que isso nos permite possibilidades infinitas. Porque somos o todo de nós.

Acredito que, quando nos entendemos com essas polaridades, podemos nos enxergar plenos e completos. Somos então uma potência quando temos todas as possibilidades. Não precisamos do outro para que possamos ser completos. Já somos completos. Ao compreender isso, talvez seja possível perceber que o outro que tanto queremos ao nosso lado pode ser apenas quem é, sem ter a missão de ser por nós e para nós. 

Muitas vezes jogamos no colo do outro essa responsabilidade de nos transformar ou de transformar a nossa vida. É claro que as coisas mudam com a chegada do outro. Mas acredito que é nossa a responsabilidade de mudar o que queremos e não entregar isso ao outro ou exigir que atenda às nossas mais sutis expectativas. Até porque só nós sabemos lá no fundinho do coração quem somos, nossas melhores qualidades e nossos piores defeitos. E quem quer revelar defeitos assim tão facilmente? Quem dirá ao outro as ideias ruins, o egocentrismo, a inveja, a paranoia, o orgulho? Não. Não falaremos. Sabemos que não faremos isso. Queremos ser o melhor para o desejo do outro.

Mas para isso precisamos ser melhores em nossos próprios desejos. Então o caminho pode ser pensar em nós por nós. Entender que se temos inveja também temos desapego, desprendimento, altruísmo. Se temos orgulho, também temos humildade, benevolência, modéstia. Se temos ego, temos também simplicidade, abnegação, solidariedade. Se temos ideias ruins, também temos muita bondade, amabilidade, delicadeza, gentileza. E o melhor é saber que são nossas as escolhas para que possamos escolher qual o nosso melhor lado, o nosso melhor polo, a nossa melhor extremidade.

Já pensou nisso? 




Fazer o bem

Gentileza é uma coisa que me toca da mesma forma que a falta de gentileza me tira do sério. Claro que não sou Madre Teresa de Calcutá ou Ch...